Naquela terra, as pessoas tinham muitas dificuldades. Nem sempre havia trabalho, as famílias tinham contas para pagar e os jovens queriam sair dali rapidamente. Eu, quando lá cheguei, conheci um miúdo da família Pereira e achei que o conseguia ajudar na escola. Assim, poderia ter uma bolsa para continuar a estudar.
Eu convivia com esta família e ia acompanhando os seus dias. Tive a ideia de ajudar o miúdo, porque dava aulas na escola.
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