Vê e ouve esta explicação. Obrigada.
https://auladigital.leya.com/share/e68ef5a1-c7a8-4fe3-9ef8-080f551f30bb
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Poeta - Sebastião da Gama (Azeitão)
Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia a dia.
Chegamos? Não chegamos?
– Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama
https://www.estudioraposa.com/2012/06/28/sebastiao-da-gama-pelo-sonho-e-que-vamos/
E tudo era possível
Na minha juventude antes de ter saído
da casa de meus pais disposto a viajar
eu conhecia já o rebentar do mar
das páginas dos livros que já tinha lido
Chegava o mês de maio era tudo florido
o rolo das manhãs punha-se a circular
e era só ouvir o sonhador falar
da vida como se ela houvesse acontecido
E tudo se passava numa outra vida
e havia para as coisas sempre uma saída
Quando foi isso? Eu próprio não o sei dizer
Só sei que tinha o poder duma criança
entre as coisas e mim havia vizinhança
e tudo era possível era só querer
Ruy Belo
in Homem de Palavra(s)
Revê a estrutura do soneto no manual.
Faz a análise formal deste soneto (estrutura externa)- quantas estrofes, classificação das estrofes, rima e esquema rimático, número de sílabas métricas (ver se há regularidade ou não).
Qual o tema e qual o assunto? (análise interna)
Plano da Mitologia e da Viagem-Ilha dos Amores/prémio simbólico aos marinheiros e militares/glorificação do herói.
1. Vê este pequeno filme:
► A chegada dos Portugueses à Índia —Canto VI (a partir da estrofe 92)
Vencidos todos os medos e perigos, os portugueses avistam finalmente a terra desejada, a Índia. A sua luta é coroada de êxito e de vitória. Por isso, na viagem de regresso eles vão ser premiados com a Ilha dos Amores (Canto IX), preparada por Vénus, onde recebem a recompensa pela sua coragem.
No último canto, os portugueses conhecem profecias feitas por Tétis, favoráveis a novas descobertas. Finalmente, os navegadores regressam à pátria, onde poderão contar os seus feitos.
Antes de terminar o poema, Camões dá conta da sociedade vil em que está inserido, sabendo que nunca será reconhecido pelos seus contemporâneos, e volta a apelar ao rei D. Sebastião para que, olhando para estes feitos relatados, faça da sua nação novamente uma nação gloriosa, colocando-se à disposição do rei quer nas armas, combatendo se necessário fosse, quer nas letras, estando pronto a celebrar novos feitos da pátria.
Os Lusíadas de Luís de Camões
ilustrados por Carlos Alberto Santos

Canto X estânc. 145-156 Final d'Os Lusíadas- após um momento de desalento quanto ao estado da nação, Camões dirige-se a D.Sebastião recomendando-lhe os súbditos em geral, as classes que mais directamente contribuem para o projecto imperial em particular e, finalmente, a si próprio e à sua Arte. |
Faz este quiz da Ilha dos Amores: https://quizizz.com/admin/quiz/5e9d85fa2143fe001cfa0a7d/a-ilha-dos-amores-episodio-de-os-lusiadas
https://estudoemcasa.dge.mec.pt/2020-2021/9o/portugues/39
https://estudoemcasa.dge.mec.pt/2020-2021/9o/portugues/40
B. Ouve com atenção e vai lendo:
Agora o Narrador é Camões. Já saíram de Melinde.
1. Atenção às sensações /sentidos que estão presentes na descrição da tempestade: 70, 71, 72.
visuais- ( 2 exemplos)
auditivas- ( 2 exemplos)
2. exemplos da hipérbole - estrofe 74
adjetivação- estrofe 73
perífrase- estrofe 35
anáfora - estrofe 76
3. Quem vai intervir para salvar a armada? Como se resolve este problema desencadeado pelo deus Baco?
4. Faz este quiz:https://app.escolavirtual.pt/lms/playerteacher/resource/525647/L?se=4022&seType=&coId=167087
As orações subordinadas substantivas são duas:
1. A oração subordinada substantiva completiva:
Ele disse/ que vinha amanhã. Ele disse- subordinante/ que vinha amanhã(O.Sub.substantiva completiva)
que - conjunção subordinativa completiva
Ela perguntou/ se estavas cá. se- conjunção subordinativa completiva
É necessário/ que estudes! ...
2. Oração subordinada substantiva relativa (sem antecedente)
Quem vai ao mar, perde o lugar! Quem- pronome relativo invariável
Subordinante- perde o lugar
Oração subordinada subs. relativa - quem vai ao mar