segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Cartoons sobre a pandemia

 Depois da leitura da crónica sobre a pandemia, vamos analisar alguns cartoons sobre a temática. Este trabalho oral servirá para escrevermos algo sobre a temática, uma apreciação crítica. Depois, podem ir ao blogue da Biblioteca da Escola e colocam no padlet das memórias da pandemia tudo o que  tiverem escrito no caderno, sobre esta temática. Podem selecionar frases, opiniões, poemas, o que entenderem. Entrem e vejam o link do padlet em : 

https://www.facebook.com/bib.escesjp.1

Projeto "Memória e Esperança".

Podem colocar essas frases durante os dias das reuniões intercalares. Essa tarefa também conta para a vossa avaliação.














Apreciação crítica- escolhe um cartoon e escreve 

Introdução-1º parágrafo - identificação do cartunista e do tema do cartoon.
Desenvolvimento: 2º parágrafo- Descrição da imagem, destacando alguns elementos essenciais/importantes da mesma;
3º parágrafo- comentário crítico/opinião fundamentada sobre este cartoon (atingiu o objetivo? como atingiu?);
Conclusão: - Uma síntese final da opinião sobre o cartoon. (Concluindo/Assim)


quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Revisões de gramática

 I. Identifica os tempos verbais:

1. Como fizeste para entrar na sala?  - pretérito perfeito

2. Se eles estivessem calados, corria tudo bem. -  Pret. Imperfeito do conjuntivo/pret. Imperfeito do indicativo

3. Eu tenho feito sempre os tpcs. - pret. perfeito composto do Indicativo

4. A minha irmã tinha lido o livro.- pret. mais que perfeito do indicativo

5. Um dia, compraremos aqule terreno. - futuro simples do indicativo

6. É certo que eles terão mentido! - futuro composto do indicativo

7. Ele espera que tu estejas a falar verdade. - presente do indicativo/presente do conjuntivo

8. Quando ele estiver a falar verdade! - futuro simples do conjuntivo

9. Se eles tivessem falado a verdade. - pret. mais que perfeito composto do conjuntivo

  II. Identifica todas as classes de palavras da frase.

Este rapaz estrangeiro chegou de França, no Alfa.- Det./nome/adjetivo/verbo/preposição/nome/preposição contraída (em+o) /nome

Caramba, estava  frio em Lisboa. Oxalá, o sol apareça depressa.  - Interjeição/verbo/nome/preposição/Nome

Oh, quero ouvir pela segunda vez. - Interjeição/verbo/verbo/preposição contraída (por+o)/ adjetivo/nome

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

REPORTAGEM

 

Reportagem

O que é reportagem:


Reportagem é um género textual jornalístico com características próprias e que tem por objetivo transmitir informações para os recetores.

A reportagem é marcada por uma estrutura textual maior e mais detalhada. O tema abordado é apresentado de forma abrangente, citando-se fontes, entrevistas e outras informações obtidas através de pesquisas.

Apesar de ser predominantemente informativa, a reportagem também pode apresentar um pouco do juízo de valor do repórter, relativamente à pesquisa feita. Uma vez concluída, a reportagem pode ser veiculada em diversos meios de comunicação como televisão, jornais impressos, rádio, internet, etc. 

Estrutura da reportagem

Em geral, a reportagem possui a seguinte estrutura:

Título ou manchete: é o nome do texto. Deve ser formulada de forma a chamar a atenção e despertar o interesse dos receptores. Consiste, geralmente, em frases de efeito concisas.

Subtítulo ou título secundário: complementa o título principal e apresenta mais informações, ainda que breves, sobre o que será encontrado no texto. Esse elemento é facultativo.

Lead: no jornalismo, O LEAD é o primeiro parágrafo do texto no qual são apresentadas as principais informações da matéria, fornecendo um panorama geral aos recetores. Devido ao caráter mais detalhado da reportagem, O LEAD não precisa responder todas as perguntas (O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Porquê?) que deveriam ser respondidas noutros géneros jornalísticos, como a notícia, por exemplo.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

O circo das borboletas- Português/ETP


 1. Esta curta-metragem explora que temáticas? Justifica a tua resposta.

2. Qual a personagem central/principal desta narrativa? Caracteriza-a física e psicologicamente.

3. Que espaços físicos surgem? Que importância têm no desenrolar da ação?

4. Relaciona a mensagem deste filme com a mensagem do conto Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector.

5. Se tivesses que escolher um provérbio para a moralidade que esta narrativa encerra, qual seria? Justifica a tua resposta.

6. Explica agora o título do filme.

7. Desenha agora o que este filme te sugeriu, que emoções te transmitiu.

8. Pesquisa a biografia deste ator - Nick Vujicic. Escreve-a no teu caderno (nacionalidade, idade,infância e vida académica, profissão, vida familiar).

9. Vê estes vídeos para te inspirares sobre este ator/influencer. 








quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Desafios de Escrita - 77 palavras

 https://77palavras.blogspot.com/p/pnl.html


Desafio: O que te sugere a imagem? Quem lá foi? Imagina o que se passou. Escreve no teu caderno um pequeno texto narrativo e partilha-o com os colegas.(77 palavras)










quarta-feira, 16 de junho de 2021

O VELHO E O MAR

Ficha de trabalho 

Após uma leitura atenta do texto, responde ao questionário proposto:
1. Relaciona o título do livro com assunto abordado no texto.
2.Será o Velho pescador também um herói? Justifica a sua resposta.
3. Explica que relação existia entre Santiago, o Velho, e o rapaz, o Manolin?
4.Classifica o narrador, quanto à sua presença, justificando a sua resposta.
5.Tendo em conta o comportamento de Santiago, caracteriza-o psicologicamente, justificando a tua resposta.
6. Escolhe a resposta correta:
  6.1. A ação principal desta obra:
A) Centra-se no relacionamento entre um pescador idoso e um pescador jovem.
B) centra-se na pesca de um grande espadarte.
C) centra-se na vida de um velho pescador.

6.2. O espaço físico em que se desenrola a maior parte da ação é:
A) na imaginação do pescador.
B) na vila piscatória, servindo os pescadores e as relações entre eles para caracterizar esse espaço.
C) no mar.

UMA NOVELA de 1952, DO ESCRITOR NORTE-AMERICANO, ERNEST HEMINGWAY,  QUE VISITAVA MUITO CUBA E PESCAVA TAMBÉM.


Ele era um velho que pescava sozinho no seu barco, na Corrente do Golfo. Havia oitenta e quatro dias que não apanhava nenhum peixe. Nos primeiros quarenta, levara em sua companhia um rapaz para auxiliá-lo.

Depois disso, os pais do rapaz, convencidos de que o velho se tornara sala, isto é, um azarento da pior espécie, puseram o filho a trabalhar noutro barco, que trouxera três bons peixes em apenas uma semana. O rapaz ficava triste ao ver o velho regressar todos os dias com a embarcação vazia e ia sempre ajudá-lo a carregar os rolos de linha, ou o gancho e o arpão, ou ainda a vela que estava enrolada à volta do mastro. A vela fora remendada em vários pontos com velhos sacos de farinha e, assim enrolada, parecia a bandeira de uma derrota permanente.

O velho pescador era magro e seco, e tinha a parte posterior do pescoço vincada de profundas rugas. As manchas escuras que os raios do sol produzem sempre, nos mares tropicais, enchiam-lhe o rosto, estendendo-se ao longo dos braços, e suas mãos estavam cobertas de cicatrizes fundas, causadas pela fricção das linhas ásperas enganchadas em pesados e enormes peixes. Mas nenhuma destas cicatrizes era recente.

Tudo o que nele existia era velho, com exceção dos olhos que eram da cor do mar, alegres e indomáveis.

– Santiago – disse-lhe o rapaz quando desciam do banco de areia para onde o barco fora puxado -, eu gostaria de tornar a sair consigo. Tenho ganho algum dinheiro.

O velho ensinara o garoto a pescar e por isso ele o adorava.

– Não – respondeu-lhe o velho. – Você está num barco de sorte. Fique com eles.

– Mas lembre-se daquela vez em que passamos mais de oitenta dias sem apanhar coisa alguma e depois pescamos dos grandes, todos os dias, durante três semanas.

– Lembro-me muito bem – tornou o velho. – E sei que no período de má sorte  não me abandonaste nem duvidaste de mim.

– Foi o meu pai quem me fez mudar de barco. Ainda sou um rapaz e tenho de obedecer a ele.

– Eu sei – concordou o velho. – É natural.

– O meu pai não tem muita fé.

– Não – tornou a concordar o velho. – Mas nós temos, não é verdade?

– Sim – afirmou o rapaz. – Deixe-me oferecer-lhe uma cerveja na Esplanada, depois levamos estas coisas para casa. Aceita?

– Por que não? – respondeu o velho. – Entre pescadores…

Sentaram-se na Esplanada e alguns pescadores começaram a fazer troça do velho, mas ele não se zangou. Outros, os de mais idade, olharam para ele e sentiram-se tristes. Mas não o demonstraram e continuaram conversando, sem lhe dar importância, sobre as correntes e as profundidades a que tinham descido as suas linhas, sobre o bom tempo e as coisas que tinham visto ou feito durante o dia. Os pescadores que nesse dia haviam sido bem-sucedidos tinham chegado e limpado os espadartes, levando-os estendidos ao comprido sobre duas tábuas – dois homens sustentavam a ponta de cada tábua – para o armazém de peixes, onde ficavam à espera de que o transporte frigorífico os levasse para o mercado em Havana.

Aqueles que tinham apanhado tubarões carregavam-nos para a fábrica do outro lado da baía, onde eram içados e limpos, os fígados extraídos, as barbatanas cortadas, as peles raspadas e a carne cortada em tiras para salgar.

Quando o vento soprava do nascente, a baía era invadida pelo cheiro que vinha da fábrica; hoje, porém, mal se notava o cheiro, pois o vento soprara para o norte e depois amainara rapidamente. Por esse motivo, a Esplanada estava muito agradável e batida de sol.

– Santiago – começou o rapaz.

– Que é? – perguntou o velho. Tinha o copo na mão e pensava nas suas aventuras de muitos anos atrás.

– Posso sair com o barco para apanhar sardinhas para ti amanhã?

– Não, vá jogar basebol. Eu ainda sei remar e o Rogério pode atirar as redes.

– Mas eu gostaria de ir. Já que não posso ir pescar contigo, queria ajudar de algum jeito.

– Pagaste-me uma cerveja – replicou o velho. – Agora já és um homem.

– Que idade eu tinha quando me levaste no barco pela primeira vez?

(...)

 https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/01/05/o-velho-e-o-mar-excerto-ernest-hemingway/