domingo, 20 de outubro de 2024

O Parvo- Joane

 https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/auto-da-barca-do-inferno-o-parvo









 Argumentos de defesa

O Anjo defende o Parvo, destacando a sua simplicidade e afirmando que não errou / pecou por malícia.


O que representa a personagem-tipo? O que simboliza?

Com esta personagem, Gil Vicente não pretende criticar nenhuma classe social, mas sim tornar a peça menos monótona e criar um efeito cómico; representa os pobres de espírito.

Os Parvos têm, no teatro vicentino, uma função cómica, ocasionada pelos disparates que proferem. Assim acontece neste auto, embora, em certos passos, o Parvo se junte às personagens sobrenaturais para criticar os que pretendem embarcar e sirva, algumas outras vezes, de comentador.


Dentro do elenco de tipos sociais que desfilam neste auto, o Parvo é a única personagem que tem a ousadia de injuriar o Diabo e a única condenada a aguardar, no cais, vez para entrar no Paraíso, onde, segundo o Anjo, seguramente terá lugar, já que "em todos [seus] fazeres, / per malícia não [errou]". Pela "simpreza" (simplicidade, ingenuidade)que o isenta de pecado, o Parvo exprime, segundo Óscar Lopes, a "candura dos pobres de espírito na sua agressividade instintiva e injuriosa contra o Diabo e os pecadores orgulhosos" (cf. Lopes, Óscar - "O Sem-Sentido em Gil Vicente" in Ler e Depois, 3.ª ed., Porto, Ed. Iniva, 1970, pp. 79-80).

quinta-feira, 10 de outubro de 2024

Texto Expositivo sobre o Onzeneiro- trabalho de pares

 Escuta a cena.


Lê a cena do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, sobre esta personagem-tipo- página 76 do manual. 

Responde, de forma completa e bem estruturada aos itens. Em caso de necessidade, consulta as notas e o vocabulário, apresentados no manual.

O teu texto EXPOSITIVO deve incluir uma parte introdutória, uma parte de desenvolvimento e uma parte de conclusão. Organiza a informação da forma que considerares mais pertinente, tratando os tópicos apresentados a seguir. Se não mencionares ou se não tratares corretamente os dois primeiros tópicos, a tua resposta será classificada com zero pontos. 

•  Identificação do local onde as personagens see encontram. (Introdução) - 1º parágrafo

Desenvolvimento (constrói o texto com os articuladores, como: Inicialmente; de seguida; de facto; no entanto; todavia; de facto; .... 

•  Indicação da intenção do Diabo ao dirigir-se ao Onzeneiro como «meu parente» (verso 183).

 •  Indicação da razão deste passageiro ter demorado a "chegar" (a morrer) - versos 185 a 187. 

•  Explicação do sentido dos versos «Ora mui muito m’ espanto / nom vos livrar o dinheiro.»- versos 188, 189.

•  Referência ao sentido da fala do Onzeneiro «Solamente pera o barqueiro, / não me leixaram nem tanto.» (versos 190, 191). 

•  Explicação, com base no teu conhecimento da obra, da intenção de crítica social, feita através do Onzeneiro. (Conclusão)

 

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Caronte

 https://lendas-mitos-blog-blog.tumblr.com/Caronte

Na mitologia grega, Caronte (em grego: Χάρων, transl.: Chárōn) é o barqueiro de Hades, que carrega as almas dos recém-mortos sobre as águas do rio Estige e Aqueronte, que dividiam o mundo dos vivos do mundo dos mortos. Uma moeda para pagá-lo pelo trajeto, geralmente um óbolo ou dânaca, era por vezes colocado dentro ou sobre a boca dos cadáveres, de acordo com a tradição funerária da Grécia Antiga.[1] Segundo alguns autores, aqueles que não tinham condições de pagar a quantia, ou aqueles cujos corpos não haviam sido enterrados, tinham de vagar pelas margens por cem anos.(https://pt.wikipedia.org/wiki/Caronte)


                 Caronte ilustrado por Gustave Doré, para a Divina Comédia de Dante.


https://amenteemaravilhosa.com.br/o-mito-de-caronte

https://www.hipercultura.com/hades-deus-do-submundo/

Hades (em grego clássico: Ἅιδης ou Άͅδης; romaniz.: Haides ou Hades), na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos.[nota 1] Equivalente ao deus romano Plutão, que significa o rico e que era também um dos seus epítetos gregos, seu nome era usado frequentemente para designar tanto o deus quanto o reino que governa, nos subterrâneos da Terra. Consta também ser chamado Serápis (deus de obscura origem egípcia).[1][nota 2]









terça-feira, 1 de outubro de 2024

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Orações subordinadas adverbiais e coordenadas - revisões


https://wordwall.net/pt/resource/15356192/ora%C3%A7%C3%B5es-coordenadas


 https://estudoemcasaapoia.dge.mec.pt/recurso/oracoes-subordinadas-adverbiais


Classifica todas as orações subordinadas adverbiais.

1.Admirava-o muito, embora não o conhecesse pessoalmente. 

2. O tambor soa, porque é oco. 

3. Enquanto foi rico, todos o procuravam.

 4. Se o conhecesses, não o condenarias. 

5. Relatei os fatos como os ouvi. 

6. A preguiça gasta a vida como a ferrugem consome o solo. 

7. O esquilo é tão ágil quanto o macaco. 10. Sempre que vou à cidade, passo pelas livrarias. 

8. O homem age conforme pensa. 

9. Quando escurecia, as casas esvaziavam.

10.Como ele estava armado, ninguém ousou reagir. 

11. Aproximei-me dele a fim de que me ouvisse melhor. 

12. A fumaça era tanta que eu mal podia abrir os olhos. 

13.A capsula do satélite será recuperada, caso a experiência tenha êxito. 

14. Faltou à reunião, visto que estava doente. 


Quais são as orações coordenadas? Identifica-as. Vê primeiro a gramática do teu manual.

1. Eu vou sair, mas não preparei as coisas.

2. Vou contigo e trago mais pão daquele.

3. Estudei bastante, logo vou ter bons resultados.

4.Faço tudo isso, pois não quero desculpas.

5.Faço isto ou faço aquilo?


As orações coordenadas anteriores são coordenadas sindéticas: todas estão ligadas entre si com as conjunções coordenativas. O mesmo aconteceria se estivessem ligadas com locuções conjuncionais coordenativas, como : não só...como também; nem...nem; ou...ou, etc


Quando estão ligadas entre si só com vírgulas, estamos em presença de orações coordenadas assindéticas.

Exemplo: Eu encontro muitos amigos, falo com eles, saímos juntos.